Em Jaguaruna nasceu Maria da Silva, uma mulher cuja história foi marcada pela força silenciosa, pela fé que nunca se apagou e pelo amor dedicado à família. Filha de Ana e Jorge, ambos já falecidos, ela construiu ao longo da vida uma trajetória feita de coragem, recomeços e uma profunda dedicação àqueles que amava.
A vida lhe apresentou desafios, mas Maria sempre seguiu em frente com fé. Foi viúva duas vezes, de Neri e depois de José, despedidas que marcaram sua caminhada, mas que nunca diminuíram sua força. Era uma mulher que conheceu o sofrimento, mas que também soube transformar a vida em esperança e perseverança. Uma mulher guerreira, que encontrou nos recomeços novas razões para seguir.
Ao longo de sua vida, construiu aquilo que sempre foi seu maior tesouro: a família. Deixa seus filhos Safira, Sandro, Sélia, Silvia, Andréia e Marcia, que carregam consigo as lembranças de uma mãe dedicada, presente e cheia de carinho.
Também deixa seus netos Nerivalda, Marinalda, Mariele, Deivid, Patrícia, Marcos, Cristina, Tayná, Gabriela, Pedro Henrique e Manuela, que encontravam nela uma avó amorosa, atenta e sempre feliz em vê-los por perto.
A alegria de Maria se multiplicou ainda mais com a chegada dos bisnetos Raiane, Tayla, Michael, Layla, Gabriel, Luiz, Davi, Letícia, Isadora, Luis Filipe, Luiz Otávio, João, Rafaela, Pedro Vicente Gonçalves, Noah e Vicente, além de seus tataranetos Antonela e Luca, gerações que tiveram o privilégio de receber seu carinho e sua presença.
Entre irmãos, sua história também foi construída com muitos laços de afeto. Ao longo da vida despediu-se de Nelzo, Clésio, Roni, Pedro e Arlete, e deixa também seus irmãos Valdir, Marcos, Ilma, Ivalda, Izolete, Rosane, Graça e Natália, com quem compartilhou lembranças e histórias de uma vida inteira.
Moradora de Morro Estevão, Maria construiu ali grande parte de sua história. Trabalhou como cabeleireira, profissão que exerceu com dedicação antes de sua aposentadoria, sempre cuidando das pessoas com carinho e atenção.
Quem convivia com Maria guardará para sempre seu jeito tão especial. Ela tinha uma voz rouca e mansa, falava com calma e gostava de observar tudo ao seu redor. Muitas vezes ficava em silêncio, ouvindo atentamente as conversas. Não gostava de falar de coisas tristes, preferia valorizar aquilo que trazia leveza e paz.
Entre seus gestos de carinho estavam os momentos de crochê, atividade que ela tanto gostava. Com dedicação, fazia tapetinhos de banheiro para cada filha e para cada nora, pequenas lembranças feitas com amor e cuidado.
Também tinha seus gostos simples que traziam alegria ao dia a dia. No café, gostava de saborear cuscuz, batata-doce e banana, momentos simples que se tornavam especiais.
Nada, porém, a fazia mais feliz do que estar perto da família. Seu sorriso aparecia com facilidade quando encontrava os filhos e os irmãos. E seu olhar se enchia de alegria ao ver os bisnetos brincando ao seu redor, especialmente acompanhando as travessuras do pequeno Noah, que tanto a divertiam.
Maria era serena, intensa e muito observadora. Uma mulher apaixonada pela vida, que gostava de se cuidar e que encontrava felicidade nas pequenas coisas e nos encontros com aqueles que amava.
Entre tantos ensinamentos que deixou, talvez o mais precioso seja a fé. Ela ensinou que não devemos desistir da esperança, pois com o tempo as coisas podem melhorar.
Hoje fica a saudade, mas também permanece a gratidão por uma vida cheia de histórias, de recomeços e de amor.
Maria da Silva seguirá viva nas lembranças da família, no sorriso de seus descendentes e em cada gesto de carinho que ela ensinou com seu exemplo.
Localização
Millenium Crematório e Funerária
SC-445, 2118 - Liri, Içara - SC
Funerária ou Crematório responsável:
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