Célio Rech, carinhosamente conhecido como Garopa, nasceu na cidade de Laguna e construiu, ao longo de sua caminhada, uma história marcada pela simplicidade, pelo trabalho honesto e por um amor imenso pela vida. Filho de pais já falecidos, cresceu ao lado dos irmãos Rubesval e Silesio, e também de Gilberto e Gilmar, que hoje já não estão entre nós, formando desde cedo os valores que carregaria por toda a vida: a união, o respeito e o cuidado com o próximo.
Foi ao lado de sua esposa, Marlene Leoncio Pacheco Rech, que Célio edificou sua base mais sólida, a família. Como marido dedicado e pai de cinco filhos, Sheron, Cristofer, Fabrício, Shelsley e Renata, ele fez do lar o seu maior propósito. Tornou-se também um avô amoroso de Valentina, Isabella, Lucca, Nicolas, Vinícius, Ísis Victoria, Dyhellen, Davi Lucca, Kemily, Maria Vitória e Amanda, encontrando em cada um deles razões ainda maiores para sorrir e seguir em frente.
Homem trabalhador, atuou como pintor e dedicou 38 anos de sua vida à Prefeitura de Criciúma, onde construiu não apenas uma carreira, mas também uma reputação de responsabilidade, honestidade e compromisso. Embora tenha passado a maior parte de sua vida em Criciúma, especialmente no bairro Santa Luzia, foi no Balneário Rincão que viveu seus últimos anos, cercado pela tranquilidade que tanto apreciava.
Célio era daquelas pessoas que não passavam despercebidas. Comunicativo, intenso, alegre e brincalhão, tinha uma presença que aquecia qualquer ambiente. Seu jeito leve de viver, suas brincadeiras, seus apelidos carinhosos, me chamava de “capivara” e agora vai vir ao mundo “capivarinha”, revelavam um homem de espírito leve e coração gigante. Era também extremamente carinhoso, fazia questão de demonstrar afeto nos gestos mais simples, como um beijo, um abraço ou uma palavra amiga.
Mais do que um sogro, foi como um pai. Acolheu com generosidade, protegeu com firmeza e amou com verdade. Era do tipo que defendia quem amava sem hesitar, até mesmo chamando a atenção dos próprios filhos, se fosse preciso, apenas para garantir que o respeito e o cuidado prevalecessem. Sua presença era sinônimo de segurança, de apoio e de amor incondicional.
Apaixonado pela família, pelos amigos e até por seus cachorrinhos, Célio encontrava felicidade nas coisas simples. Gostava de reunir todos ao redor da mesa, especialmente aos domingos e em datas especiais, momentos que para ele tinham um valor imensurável. Também apreciava sentar com os amigos, jogar conversa fora na mesa do bar, acompanhado de sua cervejinha, celebrando a vida com leveza. Amava pescar e tinha um gosto especial por peixe, especialmente quando preparado por ele mesmo, como o peixe desfiado ou o arroz doce feito com carinho, gestos simples que carregavam um amor imenso.
Seu modo de viver deixou ensinamentos profundos. Ensinou que não é preciso muito para ser feliz, que o verdadeiro valor está na união da família, no cuidado diário, na presença e no amor compartilhado. Mostrou, com atitudes, o que significa ajudar o próximo sem esperar nada em troca, sendo capaz de doar até o que tinha de mais simples para ver o outro bem.
Entre tantas lembranças, permanece viva a imagem de um homem que transformava momentos comuns em memórias inesquecíveis. Suas conversas, suas risadas, seu jeito de estar presente continuam ecoando no coração de todos que tiveram o privilégio de conhecê-lo.
Uma de suas maiores alegrias recentes foi saber da chegada de mais uma netinha. Mesmo sem tê-la nos braços, já a amava profundamente. Conheceu-a ainda no ultrassom, e com seu jeito brincalhão e carinhoso, já celebrava a vida que estava por vir, demonstrando que seu amor sempre ia além do tempo e das circunstâncias.
Célio Rech foi, acima de tudo, um homem de coração raro. Simples em sua forma de viver, mas grandioso em sua maneira de amar. Deixa saudade, deixa ensinamentos, deixa um legado de bondade, alegria e união. Sua memória seguirá viva em cada gesto de carinho, em cada reunião de família, em cada lembrança que insiste em aquecer o coração.
Localização
Millenium Crematório e Funerária
SC-445, 2118 - Liri, Içara - SC
Funerária ou Crematório responsável:
Que cada lágrima se transforme em lembrança de amor.
Carol
Que Deus abençoe e fortaleça cada um de vocês.
Bruna , Heitor e Andrei
Pai você foi a melhor pessoa que ja conheci em minha vida, obrigada por cada minuto que passou do meu lado. Te amarei todos os dias
Sheron rech
Que a lembrança dos bons momentos traga alívio à dor da saudade.
Claudenor
Miriele Borges Viscardi
Sei que nenhuma palavra bonita pode tirar a sua dor, então só posso pedir a Deus que te conforte e aqueça o seu coração e o da sua família. Conte comigo!